sábado, 29 de dezembro de 2012

Cissa Guimarães / Maitê (29/12/2012)





Pérola: "Casar e levar os filhos juntos..."
Programa: Novela Salve Jorge

O certo seria "Casar e levar os filhos junto", pois neste caso, levar os filhos consigo seria o mesmo que levar os filhos juntamente (advérbio) e não juntos (adjetivo). Este é mais um caso onde não se sabe se o texto foi mal elaborado ou se a atriz errou.

































Maitê, cissa guimarães, salve jorge, novela, rede globo, advérbio, adjetivo, sex, sexy, nua, pelada

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Tapas e Beijos (01/11/2011)

O divertido episódio teve o seu momento pérola leve... leve por que a maioria das pessoas não percebe o problema. Não é algo tão grave quanto o infame "eu TRUXE" ou "MENAS coisas"...


A personagem Sueli vivida por Andréa Beltrão diz:
"Eu prefiro mil vezes Iguaba".


Ora, ora... algo tão discreto e tão absurdo ao mesmo tempo. Quando uma criatura diz que gosta mais de carne de porco do que de carne de boi, significa que ele prefere UM TIPO a OUTRO. NÃO SE PODE PREFERIR MIL VEZES, pois não se admite em vezes... logo, quem prefere, prefere uma coisa a outra coisa. SIMPLES ASSIM!

Nestes casos podemos pensar que os atores deveriam notar os erros de redação, mais quem escreve o texto é o maior culpado, uma vez que não se sabe o "poder" que os atores tem para alterar os textos.















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sábado, 8 de dezembro de 2012

Luciano Hulk (08/12/2012)

Programa: Caldeirão do Huck
Pérola: "Morfeu, deus do sono..."
Referindo-se ao dormitório novo que fora criado para uma participante do programa.



O problema é que o deus do sono NUNCA foi Morfeu, como o Luciano lamentavelmente disse...

Μορφεύς = Morpheus, deus grego dos SONHOS e não do sono, seu mané!
O pai de Morpheus é o deus Hipnos, este sim!!! DEUS do sono.













quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Eva Wilma (05/12/2012)

Programa: Vídeo Show
Pérola: "Pra mim é muito inesquecível..."
Referindo-se a um de seus personagens.


 


Ai, ai, Evinha...


O adjetivo "Inesquecível" não admite que se faça flexão de grau!!!

Neste caso, seria flexão do grau SUPERLATIVO ABSOLUTO ANALÍTICO, porém não há como algo ser mais ou menos inesquecível. Da mesma forma que não há como alguém estar mais ou menos morto!














eva wilma, inesquecível, Vídeo show,

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

CRASE, nem sempre...



Nossa língua é muito rica e nossas capacidades de expressão devem acompanhar isso. Infelizmente as pessoas "pensam" em regras demais e colocam de lado suas capacidades líricas.
Há pouco vi comentários sobre uma "regra" que obriga o uso de crase no caso de "DAR À LUZ", no sentido de parir, porém isso é besteira! as duas formas estão corretas! "Dar a luz" pode ser no sentido de dar a "claridade" ou "luz da vida" para a criança.


"DAR A CRIANÇA À LUZ (DA VIDA)" - dar à luz

está tão correto quanto:

"DAR A LUZ (DA VIDA) PARA A CRIANÇA" - dar a luz



Em determinados grupos de estudos, "luz", ou "luz pequena" é uma metáfora a claridade ofertada aos novos discípulos. Aos neófitos é dito o seguinte:

"Dê-lhes a luz pequena" 

Significando apenas:
Dê a eles a claridade que permita enxergar, ou seja, dê-lhes a visão terrena.

Por isso, não deve haver obrigação de usar crase, mas acho importante que se conheça as diferentes formas de expressão. Somos dotados de capacidades incríveis, mas como eu disse antes, as pessoas se limitam muito a aceitar "pseudoregras" sem analisar textos. Temos de pensar mais antes de sair simplesmente repetindo ideias.
VAMOS RACIOCINAR!!!








terça-feira, 20 de novembro de 2012

Paulo Coelho??? Acadêmico??? ... PQP #☻X♀!!!


Um minuto de silêncio para quem gasta tempo e dinheiro com as "obras" do coelhinho mágico!



ABAIXO, ERROS ENCONTRADOS EM "O Alquimista"



"Lembrou-se da espada — foi um preço caro contemplá-la um pouco, mas também nunca tinha visto algo igual antes." (Pág. 71) 

Preço caro é erro indecoroso. "Caro" significa "preço elevado".

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"Haviam certas ovelhas, porém, que demoravam um pouco para levantar." (Pág. 22) 

Não há registro, em nossa literatura, de nenhum outro escritor que tenha empregado haver no plural, com o sentido de existir.
A culpa não deve ser somente do pobre revisor, pois este tipo de erro de concordância aparece mais de DEZ no livro. 
- Demorar (sentido de tardar) usa-se com "a" e não com "para". 
- Levantar é sinônimo de erguer, mas levantar-se é que significa pôr-se de pé.

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"Há dois dias atrás você disse que eu nunca tive sonhos de viajar." (Pág. 86) 

É uma desgraça encontrar uma frase assim... principalmente quando vem de um "escritor imortal" e ainda se acha "mago".
"há" e "atrás" não combinam!!! - "Há dois dias atrás" é expressão redundante, pois a idéia de passado do advérbio "atrás" já está no verbo "haver".
A excrescência também ocorre nas páginas 103, 133, 161, 210, 242...

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"O teto tinha despencado há muito tempo, e um enorme sicômoro havia crescido no local que antes abrigava a sacristia." (Pág. 21) 

"Fazia aquilo há anos, e já sabia o horário de cada pessoa." (Pág. 76) 

Definitivamente o verbo haver é uma enorme pedra no sapato do nosso alquimista.
Quando o verbo "haver" for usado com outro verbo no tempo imperfeito ou mais-que-perfeito, emprega-se "havia" e não "há" O mesmo erro encontra-se ainda nas páginas 22, 83, 133, e 157...

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"Em 1973, já desesperado com a ausência de progresso, cometi uma suprema irresponsabilidade. Nesta época eu era contratado pela Secretaria de Educação de Mato Grosso..." (Pág. 08)

"Nesta" refere-se ao período em que o escritor estava escrevendo, e não a 1973.
"Nessa" é que se usa com referência a tempo passado ou futuro.
Os erros se repetem nas páginas 50, 54, 77, 119, 143, 238...

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"— Então, nas Pirâmides do Egito, — ele falou as três últimas palavras lentamente, para que a velha pudesse entender..." (Pág. 37) 

O verbo falar é intransitivo. O certo seria "...ele disse as três palavras...".

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Outros casos com uso de "FALAR" na obra do "maguinho": 

"Por isso lhe falei que seu sonho era difícil." (Pág. 38) 
"O velho, entretanto, insistiu. Falou que estava cansado, com sede..." (Pág. 42) 

É um animal...

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"Por isso costumava às vezes ler... ou comentar sobre as últimas novidades que via nas cidades por onde costumava passar." (Pág. 22)

Não se diz "comentar sobre alguma coisa", mas sim "comentar alguma coisa": "Todos comentavam o desastre."
(Tá no Aurélio, cacete!!! Será que ele não tem dicionário em casa?)


Veja outros deslizes semelhantes:


"O pastor contou dos campos de Andaluzia, das últimas novidades que viu nas cidades onde visitara." (Pág.24)
" A gente sempre acaba fazendo amigos novos , e não precisa ficar com eles dia após dia."(Pág. 40)
"O alquimista enfiou a mão dentro do buraco , e depois enfiou o braço até o ombro." (Pág. 184)
"Últimas novidades..." "fazer amigos novos..." "enfiar dentro..."

Como assim "últimas novidades" ????? PQP!!
Faz pensar então que há novidades não tão recentes. Isso já está cômico!
Não vou nem dizer que a expressão "às vezes" deveria estar entre virgulas, para não me tacharem de mais ranzinza do que já sou!
Por que será que ele faz isso com os seus leitores?
RESPOSTA: Porque eles não ligam para língua portuguesa e o ilustre imortal já sabe disso!

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"Todos os dias o rapaz ia para o poço esperar Fátima." (Pág. 157)

A preposição "a" indica deslocamento rápido ou provisório como "de passagem".
Já o "para", é mais para uma certa permanência ou ida definitiva:
Exemplo: "Ele vai à uma cidadezinha do interior" e "Ele vai para uma cidadezinha do interior".
Gostou senhor mago?

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"Entretanto, à medida em que o tempo vai passando, ..." (Pág. 47)

Pelo amor aos verdadeiros imortais da ABL!!! ... NÃO EXISTE "à medida em que" PQP!!! O certo é "à medida que". Existe também "Na medida em que" mas "à medida em que" NÃO EXISTEEE!!!!!!!

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"O rapaz assistiu aquilo tudo fascinado." (Pág. 207)
O verbo assistir no sentido de observar exige a preposição "a".
A expressão "assistiu àquilo tudo" equivale a "assistiu a tudo aquilo".

Não é simples? Mas parece que para este "imortal", não...

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"Mas tinha a espada em sua mão." (Pág. 175)

"...Um cavaleiro todo vestido de negro, com um falcão em seu ombro esquerdo." (Pág. 173)

Não se emprega o possessivo quando se trata de parte do corpo ou em peças do vestuário.
Nesse caso, usa-se apenas o artigo: (na mão, no ombro, na calça, na blusa).

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"A menina ficava deslumbrada quando ele começava a lhe explicar que as ovelhas devem ser tosquiadas de trás para frente ." (Pág. 41)

"— Daqui para frente você vai sozinho — disse o Alquimista." (Pág. 229)

O mesmo erro duas vezes encontrado!!!
A expressão correta é para a frente (sempre com a presença do artigo).
Qualquer gramática elementar registra isso. Eu tive uma GLP (Celso Cunha) no primário, vai ver ele não sabe que estas coisas existem...

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"A África ficava a apenas algumas horas da Tarifa." (Pág. 43)

"Ah, se eles soubessem que a apenas duas horas de barco existem tantas coisas diferentes." (Pág. 71)

"Estamos há apenas duas horas da Espanha." (Pág. 65 )

O advérbio "apenas" não deve ficar entre a preposição e o termo regido como ocorreu nas duas primeiras orações. Tudo bem... não foi tão grave!
Não se deve dizer "da Tarifa" e sim "de Tarifa" (locução).
A presença da palavra "há" exercendo o papel de preposição "a", no terceiro exemplo, é um pecado inominável... SEM NOÇÃO!!!
Estaria o nosso "bruxinho" sóbrio ou será que ele andou "respirando muito" incenso ???

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"Já não havia mais a esperança e a aventura..." (Pág. 79)

"Se a gente não for como elas esperam ficar, chateadas." (Pág. 40)

O uso simultâneo de "já" e "mais" constitui redundância. Tudo bem, perdoado mais uma vez...
Agora, tarefa ingrata mesmo é tentar descobrir o sentido do segundo texto, hahahahaha... Será problema de pontuação? Ou será que o efeito do incenso não passou? A cabeça desse alquimista deve ser como bumbum de criança sempre têm coisa pra sair...

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"Depois de vencidos os obstáculos, ele voltava de novo..." (Pág.113)

Obstáculos não se vence e sim, supera-se...
Ok, estou exigindo muito, mas há diferença entre "obstáculo" e "desafio", ok?
Ele não sabe disso...

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"E que tanto os pastores, como os marinheiros, como os caixeiro-viajantes, sempre conheciam..." (Pág. 26)

Nas palavras compostas por substantivo + adjetivo, flexionam-se os dois elementos!!!!!!
De "bruxo" para "assassino" falta pouco! Sorte que a língua portuguesa é um pouco resistente.

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"Assim que sentaram na única mesa existente, o Mercador de Cristais sorriu." (Pág. 78)

Sentar na mesa deve ser algo muito engraçado de presenciar, mesmo em um conto absurdo como este! Mas ele é uma piada mesmo...

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"Naquela época não havia imprensa... Não havia jeito de todo mundo tomar conhecimento da Alquimia." (Pág. 133)

Se era o sentido de "completamente" então deveria ser "todo o mundo" e não "todo mundo". Alguém precisa ensinar o "coelhinho mágico" sobre o uso de advérbios e pronomes.

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"Para quê tanto dinheiro?" (Pág. 203)

O acento só se justificaria se A PALAVRA "que" estivesse no final da frase: "Tanto dinheiro para quê?"

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"Mas de repente a vida me deu dinheiro suficiente, e eu tenho todo o tempo que preciso." (Pág. 100)

O verbo "precisar" não abre mão da preposição "de" (todo o tempo de que preciso). Exceto antes de infinitivo. Claro!!

E mais uma vez o problema das vírgulas ("Mas, de repente, a vida..."). Ok, eu estou cobrando muito do coelhinho alquimista! Vou fingir que não vi...

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"Ninguém disse qualquer palavra enquanto o velho falava." (Pág. 170)

"Os camelos são traiçoeiros: andam milhares de passos, e não dão qualquer sinal de cansaço." (Pág. 181)

A palavra "Qualquer", nestes casos, deveriam ser substituídas por "nenhum", pois “qualquer” ou “quaisquer”, no plural, não têm sentido de negação. Devem ser usadas em orações declarativas afirmativas.

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"A velha pediu para que ele repetisse o juramento olhando para a imagem do Sagrado Coração de Jesus." (Pág. 38)

"... Pediu para lhe mostrar onde morava Fátima." (Pág. 189 )

"Pedir para" só deve ser usado no sentido de solicitar a aprovação, permissão ou consentimento.
Exemplo: "Eu peço para rir de Paulo Coelho"

Nos demais casos, usa-se "pedir que".
Exemplo: "Eu peço que tomem providências"

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"— Podemos chegar amanhã nas Pirâmides..." (Pág. 66)

"O rapaz se aproximou de uma mulher que havia chegado no poço..." (Pág. 150)

"Chegou na pequena igreja... quando já estava quase anoitecendo." (Pág. 245)

Escritores medíocres ou sem muita preocupação com o idioma (salvo raríssimas exceções) podem escrever assim, mas a verdade é que Verbos de movimento exigem "a" e não "em" - "Chega-se a algum lugar" este é o certo! O único caso em que se pode empregar "em" com "chegar" é na referência a tempo e não espaço físico. Exemplo: "chegar em cima da hora" ou "chegar em tempo de".
Coisas como "chegar em casa" a gente até ouve na rua, mas para alguém com obrigações literárias, ESTÁ ERRADO!!! ERRADÍSSIMO!!!

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"— Por que quis me ver? — disse o rapaz." (Pág. 180)
"... quando sabe que estamos há várias gerações aqui? — disse outro chefe tribal." (Pág. 168)

Quando há uma pergunta (discurso direto), o ideal seria empregar: indagar, perguntar, interrogar e não "disse", como o coelhinho mágico escreveu! hehehe...

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"Não sei porquê." (Pág. 36 )
"E por que?" (Pág. 56 )
Nos dois trechos deveria ser "por quê".

"... perguntou porque o cameleiro estava tão interessado em saber o futuro." (Pág. 165)
O certo seria: "...por que o cameleiro..."

"Não pergunte porquê; não sei." (Pág. 209 )
O certo seria: "Não pergunte por quê; não sei."

Dentre muitas outras coisas, Paulo Coelho (bruxinho feliz) não domina o uso dos "porquês".

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"Eu lhe ensinarei como conseguir o tesouro escondido. Boa tarde." (Pág. 51)

Os cumprimentos: "bom-dia", "boa-tarde" e "boa-noite" só se escreve com com hífen. Certos alquimistas imortais hippies não se preocupam com minúcias, o negócio deles é encontrar a pedra filosofal. Aí dá nisso... hehehe!!!

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"Mas o comerciante finalmente chegou e mandou que ele tosquiasse quatro ovelhas." (Pág. 25)

O verbo mandar na acepção de ordenar rege o pronome oblíquo "o", mas se for com um verbo transitivo, como no caso em questão, é admissível também o pronome "lhe".
Então teríamos quatro maneiras de tosquiar as quatro ovelhas! hehehe...

...mandou-o que tosquiasse...
...mandou-o tosquiar...
...mandou-lhe que tosquiasse...
...mandou-lhe tosquiar...



O rico marqueteiro, porém pobre escritor ocupante da cadeira nº 21, ignorou em sua "obra" o uso de pronomes e também de conjunções, advérbios, regências, pontuação, concordância... etc... etc... etc...

Em um país decente que ama e respeita sua língua, um Paulo Coelho não participaria de academia nenhuma muito menos de letras!

Wagner Barros
20/11/2012














Patrícia Travassos (20/11/2012)

Programação da GNT
Pérola: "Vou ficar magérrima de tanto chá verde!"




Não é a primeira vez que gente famosa usa a palavra MAGÉRRIMA ou MAGÉRRIMO para se referir ao superlativo absoluto sintético de MAGRO. O problema é que esta palavra (feminina ou masculina) simplesmente NÃO EXISTE!!! e as pessoas vão copiando de personalidades da televisão (emburrecimento) e assim vai se espalhando o erro e quando percebemos, a MASSA já está usando a palavra normalmente como certa.

Patrícia Travassos exibindo saúde em um belo corpo nada mecérrimo! Ainda bem!



ATENÇÃO
Superlativo Absoluto Sintético de magro é MAGRÍSSIMO

Nosso superlativo é formado simplesmente de [adjetivo+íssimo].

Está correto também, o termo MACÉRRIMO (erudito) - que vem de "MACER" - Latim, cujo significado é MAGRO. 


ENTÃO VAMOS PARAR DE PALHAÇADA

E FALAR A LÍNGUA PORTUGUESA

CORRETAMENTE, OK?

No programa Escolinha do Professor Raimundo, era normal que o professor (interpretado por Chico Anysio) respondesse para a câmera algumas de suas perguntas, já que seus alunos não sabiam responder. Com essa mania de fazer o "papel de professor" o próprio afirmou que o certo era MAGÉRRIMO também. O que prova que o erro se espalha também entre os atores que se julgam cultos e instruídos...





Flavia Januzzi também vacilou FEIO!












quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Irene Ravache / Sharlô (09/11/2012)


Pérola: "Adoro bancar o cupido. Aquele anjinho que une as pessoas".
Programa: Novela Guerra dos Sexos


A personagem Sharlô é a dona da frase, mas será que o ator não pode interferir na redação? até que ponto eles têm de dizer o que está escrito, ignorando se a informação está certa ou errada?

Chamar um deus de anjo, é um pouco demais...
O coitado foi rebaixado???

Ô Irene... ô Irene...
Cupido é o DEUS romano do amor, também chamado apenas de amor. Equivale a Eros no panteão grego. Era filho de Vênus (Afrodite) e Marte (Ares) - deusa do amor e deus da guerra.

ANJO????
Presta atenção Irene... (ou Sharlô).















segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Renata Sorrah (12/11/2012)

Pérola: "O miguel é tão parecido com ele, lembra tanto ele..."
Referindo-se a semelhança do neto com o avô, Marcos Paulo.



Breve comentário:
Não se pode aceitar o pronome pessoal reto "ELE" como objeto, então precisamos da preposição "a" para que a oração fique correta com o pronome oblíquo "ELE":
"O miguel é tão parecido com ele, lembra tanto a ele..."

LEMBRAR é diferente de LEMBRAR-SE!







sábado, 10 de novembro de 2012

Paralelismo


Trata-se da simetria entre termos que compõem as estruturas das orações. Quando estes encontram-se arranjados de forma harmoniosa e coesiva, tem-se um equilíbrio na oração. Paralelismo.


O paralelismo pode ser:

- Sintático
Quando a estrutura dos termos coordenados é igual.
Ex: Estava com o amigo e com o irmão.
Neste exemplo os termos são igualmente formados por [prep.] + [art.] + [subst.].

- Semântico
Quando as ideias nas orações apresentam coesão.
Ex: Não sei se pego a moto e levo meu filho ao show ou se pego o carro e conduzo minha filha ao ballet!
Veículo+verbo+pron+subs / veículo+verbo+pron+subs - independente da simetria dos termos, há também a simetria das ideias. Veículos (carro e moto); Tipo de verbo (conduzir e levar); Pessoas (filho e filha).



Há professores que afirmam a não existência ou pelo menos o não conhecimento do caso, porém há situações ainda piores... infelizmente professores que se intitulam "MESTRES" e que arrastam seguidores por onde quer que passem, chegaram a afirmar "NÃO SABEREM DE ONDE SURGIU O PARALELISMO" como se paralelismo fosse uma invenção! Tem um caso, inclusive, em que o docente acredita que o paralelismo surgiu como um boato na rede, porém o tema já havia sido abordado na primeira edição do livro de Othon M. Garcia em 1967. Não é boato nem lenda como alguns pensam...



Referências sobre paralelismo:

- Othon M. Garcia
Comunicação em prosa moderna - 22ª Edição
{página 286}

- Manoel P. Ribeiro
Gramática Aplicada da Língua Portuguesa - 15ª edição
{página 364}

- José Carlos de Azeredo
Gramática Houaiss - 2ª edição
{Página 509}




Texto criado por Wagner Barros.








quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Sandra Annenberg (08/11/2012)



Pérola: "Não correm risco de vida"
Programa: Globo Notícia (10h15m am)
Referindo-se a violência em São Paulo.






Bronco - anos 80
Garota propaganda MacDonald 1987






Se estivéssemos no milênio passado, seria algo comum de se dizer e ouvir... mas em 2012, Sandrinha???????

Vamos entender:
Se alguém corre um risco, subentende-se que é o risco de algo acontecer. Como nós já estamos vivos, É IMPOSSÍVEL que corramos o risco de viver, logo não se pode dizer "RISCO DE VIDA". Seria o mesmo que dizer "RISCO DE VIVER".

O certo é "RISCO DE MORTE", pois ao sofrer algum tipo de mal, um indivíduo pode correr o "RISCO DE MORRER".



RISCO DE VIDA = RISCO DE VIVER
RISCO DE MORTE = RISCO DE MORRER

Fui claro, Sandra?













quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Ronaldo Fenômeno (07/11/2012)


Programa: Vídeo Show
Pérola: "Que alface gostoso!"


Ô, amigo... que coisa feia mudar o gênero dos substantivos assim...
Sabemos que você já andou trocando "gêneros" outras vezes, mas vamos esquecer isso!
Hehehehe!!!

Pode ser que você prefira dizer "gostoso", porque se confunde às vezes...
mas o certo é: Alface GOSTOSA! Valeu?











alface, feminino, fenômeno, gênero, masculino, nazário, ronaldo, ronaldinho, Ronaldo Luís Nazário de Lima

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Fátima Bernardes (05/11/2012)

Programa: Encontro com Fátima
Pérola: "A grande maioria é de brasileiros..."


Referindo-se aos jovens que curtem "cultura moderna" japonesa.




Duas ocorrências muito próximas...
Veja também: Bette Lucchese...
Que vício!!!



















bete, grande, lucchese, maioria, pérola, fátima bernardes, grande maioria

Carol Nakamura (04/11/2012)



Programa: Domingão do Faustão
Pérola: "Eles acharam que nós {já tivemos ido} (embora)"

Tentando dizer:
Eles acharam que nós já {tínhamos ido} (embora)




Vamos lá, Nakamura...
Pretérito Imperfeito do Indicativo, já ouviu falar? Não né?

Eu  tinha
Tu  tinhas
Ele  tinha
NÓS TÍNHAMOS
Vós  tínheis
Eles  tinham



Agora o mais difícil pra você... hehehe!
Pretérito Mais-que-perfeito Composto do Indicativo:

Eu tinha ido
Tu tinhas ido
Ele tinha ido
NÓS TÍNHAMOS IDO
Vós tínheis ido
Eles tinham ido






Quem dá muita atenção à estética da própria bunda,
geralmente não investe muito no cérebro...












Bette Lucchese (03/11/2012)


Programa: Noticiário Globo
Pérola: "Aqui na UERJ a grande maioria dos estudantes..."

A maioria não é grande?????
Ô, Bette... atenção!!




Ver também: Fátima Bernardes.
Mesma mania...










bete, grande, lucchese, maioria, pérola, fátima bernardes, maioria, grande, grande maioria

domingo, 30 de setembro de 2012

Luciano Huck (22/09/2012)

Programa: Vídeo Show
Pérola: "Soteropolitano de Salvador"

Foi assim que o apresentador se referiu ao estudante Rodrigo Ferreira que participava do quadro SOLETRANDO e nasceu em Salvador. Mas precisava mandar essa pérola? era só dizer "de Salvador" ou "Soteropolitano".



No mesmo dia ele ainda mandou outra: "Há 17 anos atrás" no quadro ENCONTRAR ALGUÉM. Pérola muito comum!!!








terça-feira, 3 de julho de 2012

Da série: Pérolas do FACEBOOK

Para quem tem a mania de escrever bonito sem dominar a língua portuguesa, aqui vai um alerta para não virarem motivo de chacota!


O pronome possessivo adjetivo “seu” faz referência a terceira pessoa do singular, embora seja também usado na segunda pessoa. Na oração acima não poderia ser conjugado o verbo precisar na segunda pessoa do plural!!! Com uma falha destas, temos mesmo que rir destes escritores comediantes! hehehe!!!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Preta Gil (25/06/2012)

Programa: Vídeo Show
Pérola: Todo mundo que me acompanha pelas redes sociais sabem...



É... sabem que você e a concordância verbal vão mal...
Pior do que o caldo que você toma na praia! hehehe...




O certo seria: "Todo mundo sabe"


Para não ficar numa posição comprometedora, Pretinha...
Estude mais, por favor!!







segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Tadeu Schmidt (12/02/2012)



Programa: Fantástico
Pérola: "MAGÉRRIMA"


Foi essa a palavra usada pelo apresentador (e comentarista de temas variados) a respeito de uma modelo européia cuja cintura é de 50cm e peso de 38kg. É claro que a moça com tão baixo IMC (para 1,70m) é muito magra, porém Tadeu preferiu não utilizar o superlativo analítico nem o mais comum que é "MAGRÍSSIMA", mas nunca, definitivamente nunca deveria ter dito "MAGÉRRIMA".

Não passa de mais um vício de linguagem que se espalhou pela massa e ninguém sabe o porquê. O termo é uma forma ANORMAL de superlativo já que a palavra MAGRO tem sua origem do latim MACER e não MAGER.

O superlativo masculino absoluto sintético erudito de magro é MACÉRRIMO.
Sendo assim, o feminino é MACÉRRIMA.













sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Carlos José Cunha (10/02/2012)

Programa: RJTV 1ª Edição
Pérola: "Esse trem tem mais de 50 anos de vida"

Não sei se é melhor corrigir o que o presidente da Supervia disse ou simplesmente atualizá-lo!

1) O cheiro terrível dos trens deve-se ao vazamento de gases e fluidos...
2) A temperatura interna dos vagões supera a febre humana...
3) Os tremores são piores do que um homem com Mal de Parkinson...
4) Quando pára, parece infarte... fica imóvel... sem sinal de vida...
5) A sujeira e o encardido revelam abandono da higiene...

É evidente que um trem não tem nem nunca teve vida, mas se quisermos considerar as palavras do presidente, poderemos dizer o seguinte... se um dia um trem da Supervia teve vida, então hoje, os passageiros viajam em um corpo doente!!! MORIBUNDO!!! Mas há casos piores onde os trens são verdadeiros cadáveres putrefados!!! Hehehe...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Fernanda Lima (07/02/2012)

Programa: Amor e Sexo
Pérola: "Isso entra pra dentro da mulher..."

Referindo-se a um brinquedo sexual, a "modelo" faz o pleonasmo padrão, bem conhecido...

A minha opinião sobre "profissionais" da moda é algo que a cada dia vem se mostrando mais real. O mundo dos desfiles não educa, embora as meninas acreditem que conhecendo o mundo estarão se nutrindo de cultura, eu descordo! Elas nem têm interesse nem tempo para aprender nada. As que se aposentam com mais idade, percebem na maturidade ou após, que nada sabem da vida, ou do mundo... mas acreditam ter valido a pena o glamour e o dinheiro. Quanto às mais novas, bem, estas talvez tenham mais tempo para aprender um pouco, mas será que querem? Com a língua portuguesa não é tão diferente... mas as pessoas parecem preferir aprender o inglês, alemão, espanhol, etc SEM ANTES APRENDER A NOSSA LÍNGUA!!! e acham que são muito espertas... hehehe...




























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